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Protocolo ANR de Boas Práticas já circula em todo o país

Lançado nesta segunda-feira (4), o Protocolo de Procedimentos de Boas Práticas nas Operações para Restaurantes, Bares e Lanchonetes Pós-Covid-19, coordenado pela ANR, é o mais completo guia oferecido até hoje em todo o país para a retomada das operações do setor. O conteúdo foi produzido com o apoio de alguns dos maiores especialistas brasileiros em segurança dos alimentos. São consultores da Anvisa, do Centro de Vigilância Sanitária (CVS) do estado de São Paulo e muitos profissionais de empresas de pequeno, médio e grande porte especializados nos mais diversos serviços de alimentação.

 

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Cinco mil trabalhadores de bares e restaurantes são demitidos no Ceará devido ao coronavírus, diz Abrasel

Ceará tem 68 casos da doença que atinge todo o mundo e é facilmente transmitida entre as pessoas. Decreto do governo determinou o fechamento de bares e restaurantes no Ceará.

A crise causada pelo avanço do coronavírus no Ceará resultou na demissão de pelo menos cinco mil trabalhadores do setor de bares e restaurantes no Ceará, segundo o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do Ceará (Abrasel-CE), Rodolphe Trindade.

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Mais de 600 mil foram demitidos de bares e restaurantes no Brasil, estima associação

Associação Nacional de Bares e Restaurantes faz projeção baseada em enquete com associados

Mais de 600 mil pessoas podem ter sido demitidas de bares e restaurantes com a escalada do coronavírus no Brasil, de acordo com projeção da ANR (Associação Nacional de Bares e Restaurantes) baseada em enquete com seus associados. A entidade, que agrega 9.000 associados, entre grandes redes, franquias e restaurantes independentes, recebeu respostas de cerca de 70% dos integrantes de 27 de março a 1º de abril. Identificou que 61,8% dessas empresas já demitiram.

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Demitidos por causa do coronavírus: os brasileiros que já ficaram desempregados com a pandemia

As primeiras notícias sobre um novo vírus identificado na China, meses atrás, não preocuparam a cuidadora Jaqueline De Nicola, de 48 anos. “Achei que nunca fosse chegar aqui no Brasil, ou ao menos que não fosse causar tantos problemas”, diz. Ela confessa que não imaginava que meses depois perderia o emprego justamente em razão do novo coronavírus, agora classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma pandemia.